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21/12/2016 às 10h40 21/12/2016 às 10h44

Beyoncé é processada por designer que já perdeu a mesma ação contra Jay Z

Em setembro, juiz recusou o processo e deu a vitória aos réus.
O autor da ação busca compensação por royalties não pagos.

Pingente Roc-A-Fella Records no clipe de Drunk in Love (Foto: Reprodução)

De acordo com documentos obtidos pelo site TMZ, o designer Dwayne Walker abriu um processo contra Beyoncé pelo uso indevido de um logotipo supostamente criado por ele.

Walker diz que a cantora não pediu sua permissão para usar o símbolo da Roc-A-Fella Records, gravadora fundada por Jay Z, marido de Beyoncé. O autor da ação busca compensação por royalties não pagos.

O logotipo em questão aparece rapidamente no clipe de "Drunk In Love" (aos 5:19 do clipe), parceria do casal que foi lançado em dezembro de 2013. No vídeo, Jay Z utiliza um cordão com o símbolo em forma de pingente.

Processo antigo
O designer alega que criou o logotipo em 1995 e assinou um contrato com um dos sócios de Jay Z, Damon Dash, no qual receberia, além de um pagamento de US$ 3.500, os royalties de 2% por 10 anos.

Logotipo Roc-A-Fella Records (Foto: Reprodução) 

Em 2012, Walker processou os donos da gravadora por quebra de contrato e violação de direitos autorais, pedindo 7 milhões de dólares. No entanto, Jay Z alegou não se lembrar de Walker. Segundo os réus, o material foi criado por um funcionário.

No mais recente julgamento do caso, em setembro de 2016, o juiz Andrew Carter recusou o processo e deu a vitória aos réus. Carter classificou o testemunho de duas pessoas apresentadas por Walker como "fraco", determinando que havia pouca evidência de que tal contrato existiu.

"Isso deixa apenas o próprio depoimento do próprio autor de que ele redigiu o contrato, que ele e Dash assinaram, e que ele o perdeu [o contrato] em 1998", decidiu o juiz. "Este testemunho apenas não é o suficiente", completou.

O juiz também notou que Walker esperou demais para abrir um processo de direitos autorais, levando cinco anos — ao invés do aceitável limite de três anos — após perceber de que deveria receber os royalties.

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